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Perguntas Mais Frequentes

Solicitar código de barras
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Perguntas Frequentes

​​​​​Veja quais são as dúvidas mais comuns quando o assunto é código de barras e soluções oferecidas pela GS1 Brasil.

Atendimento

  • ​O Cadastro Nacional de Produtos (online), substitui a ferramenta atual SGN (Sistema de Gerenciamento de Números), que funciona por meio de um programa que precisa ser instalado no computador do associado. A novidade proporciona uma série de benefícios aos associados da entidade. 

    O Cadastro Nacional de Produtos auxilia as empresas a cadastrar a numeração de seus produtos e de suas localizações físicas, em âmbito mundial, respectivamente com o GTIN (Número Global de Item Comercial) e o GLN (Número Global de Localização), os quais possuem 13 dígitos.

    Saiba mais sobre o Cadastro Nacional de Produtos e suas vantagens.

  • Para gerar os códigos de barras dos seus produtos, acesse Cadastro Nacional de Produtos - CNP. Nele você criará todos os códigos para identificação de seus itens comerciais, além de gerar a etiqueta para impressão do código de barras. Mais informações acesse www.gs1br.org/cnp   


  • GLN ou Número Global de Localização é chave de identificação do padrão GS1 para localizações.

    Esse número está vinculado aos dados das empresas, por exemplo: localizações físicas (endereços, armazéns, docas, etc.) ou entidades legais (Indústria XX Ltda., Indústria YY S/A, Matriz, Filiais, etc), sempre com o intuito de agregar valor na comunicação de dados na cadeia de suprimentos.

    ​O varejo utiliza esse número na troca eletrônica de dados ou EDI, com a finalidade de identificar a origem do produto adquirido, facilitando o gerenciamento, por exemplo, do pedido, faturamento, etc.

  • ​​​​Se o seu parceiro comercial solicitou os códigos de barras em seus produtos ou, se você deseja se antecipar, será necessário se cadastrar com a GS1 Brasil. 

    Saiba mais sobre o nosso processo de cadastro aqui ​e veja as informações sobre documentos e valores. 

    Alguns exemplos de varejos tradicionais e online que solicitam o padrão de códigos GS1, são: Carrefour, Pão de Açucar, Walmart, Google, Amazon, Alibaba, entre outros. ​
  • ​​​​​A diferença está no objetivo e aplicação de cada um desses, por exemplo:

    Código de Barras (GTIN13, GTIN8 e outros): Utilizado para identificar o produto físico (açúcar, arroz, leite, remédios e afins). Conheça os outros tipos de códigos de barras aqui​​.

    Número Global de Localização (GLN): Utilizado para identificar localizações físicas (endereços, armazéns, docas, etc.) ou entidades legais (Indústria XX Ltda., Indústria YY S/A, Matriz, Filiais, etc.). 

    Conheça mais sobre o GLN aqui​.​

  • É necessário cadastrar todos os produtos em circulação no mercado no Cadastro Centralizado de GTIN e as informações (atributos) obrigatórias a este cadastro. 

    Acesse o link: https://cnp.gs1br.org/

  • Dentre as principais funcionalidades desta ferramenta, se destacam as seguintes:
     
    • Cadastro de itens GTIN (Produtos) e GLN (Localizações Físicas): possibilidade de identificar seus produtos e locais de forma independente;
    • Geração de Etiquetas: possibilidade de gerar etiquetas EAN-13 para seu produto, para posterior impressão em impressoras comuns;
    • Importação de Lista de Produtos: independentemente da ferramenta que a sua empresa utilize hoje para o gerenciamento da numeração, é possível trazer a sua lista de produtos atual para dentro desta ferramenta;
    • Geração de Relatórios: extração de relatórios de produtos, de acessos e de localizações físicas, dentre outros;
    • Geração de EPC/RFID: possibilidade de gerar os códigos eletrônicos do seu produto;
    • Gestão de Usuários: gerenciamento do acesso dos funcionários de sua empresa na utilização da ferramenta.
    Acesse o Cadastro Nacional de Produtos neste link.

  • ​​

    A plataforma tem base na internet e substitui a ferramenta atual SGN (Sistema de Gerenciamento de Números), proporcionando uma série de benefícios aos associados da entidade, tais como:
     
    • Permite reunir em um mesmo local diversas informações sobre o seu produto, facilitando a gestão de sua numeração;
    • Evita as perdas das listas de produtos, já que a aplicação está na internet; não sendo necessário instalar na máquina do associado;
    • Pode de ser utilizado de qualquer local (desde que se tenha acesso à internet);
    • E a utilização não tem custo adicional.


    • Licença para uso de Código de Barras: A GS1 Brasil licencia a numeração dos códigos de barras, oferecendo benefícios para o fabricante, varejo e consumidor.
    • Cadastro Nacional de Produtos: Serviço online que garante segurança ao associado no cadastro dos produtos, facilitando a gestão e o controle da numeração de códigos de mercadorias. Essa ferramenta substitui o SGN.(Sistema de Gerenciamento de Números).
    • Informações e assessoria técnica: Equipe disponível para orientar as empresas sobre o Sistema GS1 e suas aplicações, como identificação, automação, rastreabilidade e e-commerce.
    • Serviço de Verificação de Autenticidade (GEPIR): Ferramenta que garante a autenticidade do código de barras, e oferece informações sobre mais de um milhão de empresas, em cerca de cem países.
    • Qualidade no Código de Barras: Programa de parceria com varejistas garante que os produtos comercializados na loja tenham qualidade nos códigos de barras, evitando erros de leitura e acelerando a leitura de produtos no caixa. 
    • Cursos e Capacitações: A GS1 Brasil oferece aos associados ampla grade de cursos realizados na sua sede em São Paulo, em outras cidades e também à distância, com o objetivo de capacitar empresas com temas sobre logística, automação e processos.
    • Grupos de trabalhos: os associados podem participar de grupos de trabalho multissetoriais, sobre os principais assuntos de cada segmento da economia (Saúde, Alimentos, Varejo, Calçados, etc).
    • Eventos: Entrada privilegiada aos eventos da GS1 Brasil e de parceiros em diferentes regiões do Brasil.
    • Publicações Técnicas: Acesso às diversas publicações técnicas e setoriais relacionadas ao código de barras, padrões GS1, logística, EDI, entre outros. Além dos materiais técnicos, a GS1 Brasil disponibiliza a Biblioteca Virtual.
    • Revista Brasil em Código: publicação trimestral que divulga tendências, inovações tecnológicas, com conteúdos exclusivos a cada edição, com foco principal na importância da automação e no mercado. Versão impressa e digital. 
    • Aumento de vendas para o varejo: Implantar o código de barras ajuda a aumentar as vendas, pois a automação acelera o atendimento nos pontos de venda, evitando as filas.
    • Certificação do Código de Barras: solução GS1 que garante que um código será lido na primeira tentativa em qualquer equipamento, em qualquer lugar do mundo.

  • Os Sistemas de Autorização da NFC-e e NF-e não conseguirão validar as informações descritas nos campos cEAN e cEANTrib, junto ao Cadastro Centralizado de GTIN rejeitando, portanto, as NFC-e e NF-e.

     

  • ​Após o login no Cadastro Nacional de Produtos, acessar no menu a opção "Relatórios",  selecionar o Relatório que deseja,  seguido da opção "Gerar Relatório" e escolher o formato do arquivo que deseja exportar (PDF/CSV).

  • ​​​​Se você já usou todo o seu lote de códigos e precisa gerar novos, entre em contato com a nossa central de atendimento, pelos seguintes canais: WhatsApp: 4000-1936 ​/ Chat: https://chat.gs1br.org/ E-mail: atendimento@gs1br.org e Telefone: 4000-1936​.  ​

    Importante: Esta opção de pedido está disponível somente para quem já tem um cadastro com a GS1 Brasil.

  • ​Faça sua solicitação por meio do Painel do Associado ou entre em contato por um dos nossos canais de atendimento:

    Central de Atendimento: 4000-1936​

    E-mail: atendimento@gs1br.org

    Atendimento on-​line: chat.gs1br.org​

  • ​​​Caso a solicitação seja acima de 7001 códigos ou a empresa ultrapasse a quantidade limite de 99.999 códigos atribuídos, será cobrado o valor por uma nova filiação, de acordo com a categoria da empresa conforme a tabela de valores disponível em https://www.gs1br.org/filiacao-online/tabela-de-valores​

Automação

  • O Sistema GS1 oferece ferramentas de identificação e comunicação padronizadas e reconhecidas internacionalmente, que facilitam as operações automatizadas, são elas:

    1) Estrutura de dados padronizada e reconhecida internacionalmente, são numerações exclusivas para identificação de itens comerciais denominadas GTINS - Números Globais de Itens Comerciais e podem ser de quatro tipos: GTIN-8, GTIN-12, GTIN-13, GTIN-14. Há ainda identificadores de aplicação GS1, que anunciam dados para a rastreabilidade de itens (ex.: datas, nº de série; nº de lote e etc).

    2) Suporte de dados para captura automática de dados - códigos de barras: EAN/UPC (GTIN-8; GTIN-13; UPC-A; UPC-E); ITF-14 E GS1-128.

    Trata-se da representação de caracteres através de combinações binárias dos computadores conforme regras dos diferentes tipos de códigos de barras. Isto permite a interpretação das barras por equipamentos de leitura óptica (scanners), para entrada e acesso de dados cadastrados em softwares aplicativos usados pelas empresa.

    3) Mensagens estruturadas para EDI (troca eletrônica de documentos) UN/EDIFACT - EANCOM

    O EDI permite a automação da comunicação entre empresas através da transmissão eletrônica de documentos comerciais para a integração do fluxo físico de mercadorias e o fluxo das informações referentes aos trâmites comerciais.

  • ​​​​Para obter sucesso com um Projeto de Automação é necessário que o empresário tome alguns cuidados, e que se comprometa com o processo de automação. Recomenda-se organizar o projeto em três fases:

    Planejamento

    Nesta fase identificamos as necessidades da empresa, tanto gerenciais como operacionais, definimos quem somos e onde pretendemos chegar com a automação.

    É importante investir um tempo maior no planejamento do projeto, pois estaremos idealizando o cenário, atividades e expectativas a serem atingidas com a implantação da automação.

    Preparação

    Ao final desta fase você deverá ter definido o sistema de codificação e os novos processos de trabalho, além do preparo das instalações físicas para receber os equipamentos de automação. Deverá estar pronto para treinar e motivar o seu pessoal, bem como ter concluído os acordos com seus parceiros comerciais (fornecedores, bancos, etc).

    Implantação

    O sucesso desta etapa depende única e exclusivamente do bom desenvolvimento das etapas anteriores, ou seja, se as tarefas anteriores foram realizadas de uma forma cuidadosa e detalhista, menos problemática será a implantação da automação.

    Nesta fase, logo de início é necessário comunicar aos clientes e fornecedores sobre a implantação dos novos procedimentos, até como uma forma de divulgação das melhorias que serão alcançadas pela automação.

    Após a implantação, será necessário diagnosticar e corrigir os problemas dos procedimentos adotados com relação às ferramentas utilizadas.​


    Conheça nossos cursos e treinamentos​

    Conheça nossos cursos e treinamentos​​​​

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  • A automação comercial começa com a implantação de equipamentos, e a substituição dos procedimentos e rotinas manuais por procedimentos informatizados, até chegar à utilização de ferramentas que possibilitam um maior controle e uma melhor gestão do negócio, obtendo maior rentabilidade e competitividade.

  • A automação comercial abrange as operações de frente-de-caixa e também as operações de retaguarda.

    Frente de Caixa

    Vendas

    • registro da venda ao consumidor
    • emissão de nota/cupom fiscal
    • pesagem de produtos
    • cartão de crédito/débito
    • devoluções/trocas
    • promoções/descontos
    • cuponagem

    Serviços

    • concessão de crédito
    • entrega domiciliar
    • televendas
    • listas de casamento
    • projetos de decoração, etc.

    Informação

    • preços e condições de pagamento
    • tíquete discriminado
    • promoções
    • tira-teimas (scanners para consulta de preços pelo consumidor)
    • diretórios, etc.

    Retaguarda

    Suprimento

    • pedido de compra e reposição automática/contínua (decisão, controle e comunicação via EDI)
    • recepção de mercadorias
    • distribuição para as lojas
    • armazenamento e movimentação
    • roterizador de entrega, etc.

    Precificação

    • margens/mark up
    • pesquisa de preços/shopping
    • rentabilidade/lucratividade
    • alterações, descontos/mark dows, etc.

    Controle

    • controle de estoques
    • controle de caixa geral
    • contabilidade
    • inventário
    • registros fiscais
    • contas a pagar/a receber, etc.

    Marketing

    • gestão de categorias de produtos
    • resultados de campanhas
    • perfil da clientela e mala-direta de ofertas e promoções etc.
    • produtividade no tráfego
  • A automação comercial oferece a racionalização dos processos: eliminação de tarefas repetitivas; minimiza erros em controles manuais; melhora o atendimento ao cliente interno e externo devido a alta qualidade e rapidez nas operações, além de permitir o aproveitamento das informações em tempo adequado para a tomada de decisão.

    Resumidamente, através da automação comercial o lojista pode obter lucros adicionais e cativar a clientela frente a notável melhoria na qualidade nos serviços prestados.

Cobrança

Código 2D

  • ​​As soluções atuais de códigos de barras lineares têm limitações de capacidade de dados que não atendem mais às necessidades dos negócios atuais. Há um aumento de soluções únicas que exigem interoperabilidade e o uso de vários códigos de barras e símbolos estão deixando as embalagens poluídas e desordenadas.

    Além disso, informações que possam ser encontradas facilmente pelos consumidores são importantes para o caso de produtos específicos, que hoje não podem ser capturadas automaticamente pelos sistemas.

  • ​Os atuais códigos de barras (EAN / UPC) estarão disponíveis ainda pelo tempo necessário para que os leitores 2D alcancem os pontos de venda em nível global. Além disso, se não houver necessidade de acrescentar dados adicionais a um produto (como informações de lote ou data de validade), não será      necessário mudar para um código 2D agora.

    Porém, todos os fabricantes e marcas precisam incluir, no mínimo, o Número Global de Item Comercial (GTIN®) em cada código de barras na embalagem dos produtos que se destina à leitura pelo varejo.

  • Já existem scanners ópticos no varejo, mas a grande maioria dos PDVs ainda utiliza scanners lineares. Os sistemas precisam ser atualizados para serem capazes de trabalhar com dados mais avançados.

    Até que essas atualizações sejam feitas em todos os varejistas, será necessário um período de dupla marcação, com suportes de dados 2D e com o código de barras EAN / UPC existente, até que todos se atualizem.

    Estima-se que até o final de 2027   o varejo esteja pronto para ler e processar os códigos 2D.

  • A escolha do código 2D dependerá de muitos fatores, como, por exemplo, onde será feita a leitura desse código e onde ele será impresso.

    A GS1 Brasil dará toda orientação e apoio às indústrias e ao varejo para ajudar a escolha do código 2D mais adequado, dependendo do uso, do contexto, do ambiente, do nível e do tipo de engajamento que se deseja para cada consumidor.​

  • QR Code é frequentemente usado para o engajamento do consumidor, já que são reconhecidos por todas as câmeras de smartphones de forma nativa. Muitas implementações existentes de QR Codes em embalagens permitem experiências proprietárias. Uma vez que forem reaproveitados para usar a sintaxe de URI do GS1 Digital Link, eles se transformarão em códigos de barras multiuso que permitem o engajamento do consumidor e a consulta de preço, eliminando a necessidade de múltiplos códigos na embalagem.

    O GS1 DataMatrix oferece todos os benefícios da simbologia DataMatrix, mas codifica apenas a sintaxe da string de elementos GS1. É o suporte mais adequado para itens que exigem códigos de barras permanentes, como certos dispositivos médicos, e também pode ser usado em aplicações que não exigem leitura/envolvimento direto do consumidor.​

  • ​Os códigos 1D (lineares) apresentam limitações de capacidade de dados que não permitem habilitar soluções para as novas necessidades comerciais. Existe uma ascensão de soluções pontuais que carecem de interoperabilidade e o uso de múltiplos códigos e símbolos tem confundido o processo. Além disso, textos legíveis por humanos têm sido usados para transmitir informações importantes do produto, que atualmente não podem ser capturadas automaticamente por sistemas para fins de rastreabilidade e segurança.

  • Não. Os códigos de barras 1D ou lineares (EAN/UPC) existirão por, pelo menos, o tempo necessário para que a base instalada de leitores 2D alcance a massa crítica local e globalmente. Além disso, se não houver necessidade de adicionar outros dados legíveis para captura automática (como número de lote ou data de validade) à embalagem de um produto, não será necessário migrar para o código de barras 2D. No entanto, todos os fabricantes e marcas deverão incluir, no mínimo, o Número de Item Comercial Global (GTIN®) em cada código de barras de embalagens que se destinem à leitura por consumidores ou pelo PDV do varejo.

    Sugestão:

    Não. Os có​digos de barras 1D ou lineares (EAN/UPC) existirão por, pelo menos, o tempo necessário para que a base instalada de leitores 2D alcance a massa crítica local e globalmente. Além disso, se não houver necessidade de adicionar outros dados legíveis para captura automática (como número de lote ou data de validade) os fabricantes e marcas deverão incluir, no mínimo, o Número de Item Comercial Global (GTIN®) em cada código de barras de embalagens que se destinem à leitura por consumidores ou pelo PDV do varejo.​

  • Leitores ópticos estão se tornando cada vez mais comuns no varejo, mas uma porcentagem substancial de leitores lineares (1D) ainda está em uso. Os sistemas de PDV deverão ser atualizados para poder escanear códigos (suportes de dados) mais avançados e extrair o GTIN (Número Global de Item Comercial) de todos os códigos de barras escaneados em uma embalagem. Até que essas atualizações sejam feitas por todos os varejistas, será necessário um período de marcação concomitante de suportes de dados 2D e códigos de barras lineares EAN/UPC. Isso garantirá que casos de uso avançados possam ser implementados por varejistas que atualizaram seu hardware e software, enquanto a função de consulta de preço existente ainda funcionará para varejistas que não o fizeram.​

  • Embora espere-se que as regiões se movam em ritmos diferentes, o objetivo de fazer a transição de códigos de barras lineares para os novos códigos de barras 2D terá uma meta inicial de que os leitores de PDV de varejo sejam globalmente capazes de ler e processar códigos de barras 1D e 2D.​​

  • O QR Code é frequentemente usado para o engajamento do consumidor, já que são reconhecidos por todas as câmeras de smartphones de forma nativa. Muitas implementações existentes de QR Codes em embalagens permitem experiências proprietárias. Uma vez que forem reaproveitados para usar a sintaxe de URI do GS1 Digital Link, eles se transformarão em códigos de barras multiuso que permitem o engajamento do consumidor e a consulta de preço, eliminando a necessidade de múltiplos códigos na embalagem.

    O DataMatrix possui um design compacto e também se beneficia de diversos métodos de impressão para inclusão da simbologia em várias superfícies. A simbologia do DataMatrix pode ser usada apenas para aplicações de codificação de URI do GS1 Digital Link.​

    O GS1 DataMatrix oferece todos os benefícios da simbologia DataMatrix, mas codifica apenas a sintaxe da string de elementos GS1. É o suporte mais adequado para itens que exigem códigos de barras permanentes, como certos dispositivos médicos, e também pode ser usado em aplicações que não exigem leitura/envolvimento direto do consumidor.

  • As organizações que buscam implementar a tecnologia 2D precisam selecionar um suporte de dados e uma sintaxe com base em suas necessidades comerciais e na capacidade (ex.: leitura, processamento...) das partes interessadas. A GS1 recomenda o engajamento ativo com seus parceiros comerciais para garantir que o caminho a seguir seja colaborativo e as soluções sejam compatíveis.

    Capacidade:

    ·         O suporte de dados é capaz de codificar uma sintaxe/formato de dados GS1?

    ·         O suporte de dados pode ser criado e/ou aplicado na velocidade e qualidade exigidas para o caso de uso?

    ·         As partes que interagem com o código de barras são capazes de processá-lo?

    Compatibilidade:

    ·         O código de barras atende aos requisitos de regulamentações?

    ·         O código de barras foi aprovado para uso padronizado em sua aplicação?

    Colaboração:

    ·         A capacidade dos dados, do código (suporte de dados), da embalagem, do hardware/software de digitalização e dos sistemas de recebimento para armazenar/usar os dados foi considerada?

    ·         Todas as partes interessadas internas e externas foram reunidas para concordar e permitir a transição para a solução futura? Parceiros comerciais/industriais e provedores de soluções (designer de etiquetas, impressão, digitalização, armazenamento e processamento de dados).​

  • O Padrão GS1 Digital Link estende o poder e a flexibilidade das chaves de identificação GS1, ao definir como codificar o Sistema GS1 de padrões para endereços da web (URIs), tornando-os nativamente conectados. Isso significa que as chaves de identificação GS1, como o GTIN, agora são um portal para informações do consumidor, fortalecendo a fidelidade à marca, oferecendo informações aprimoradas de rastreabilidade na cadeia de suprimentos, APIs de parceiros de negócios, informações de segurança do paciente e muito mais. As oportunidades são ilimitadas!​

    Quando uma URL normalmente aponta para um site específico, a sintaxe GS1 Digital Link permite conexões com todos os tipos de informações business-to-business e business-to-consumer. Ao adicionar um QR Code a um produto, e usar o padrão GS1 Digital Link para codificar seus códigos de barras, você não estará apenas oferecendo um URL para as pessoas escanearem, mas também carregando as chaves de identificação GS1 - as mesmas usadas em toda a indústria - e seguindo um sistema não proprietário e interoperável. Para mais informações, visite a página GS1 Digital Link

  • A seguir, listamos alguns exemplos de aplicações e dados adicionais que podem ser comumente usados para oferecer suporte aos casos de uso de PDVs de varejo.​

    Caso de uso de PDV de varejo Dados de apoio
    Rastreabilidade do produto  Nº de Lote
    Qualidade do produto ou prevenção de resíduos          Data de validade
    Medida variávelContagem de itens, peso líquido, preço

  • Evidências iniciais de pilotos e implementações de códigos de barras 2D em PDVs mostraram que a leitura de códigos de barras 2D é tão direta, eficiente e rápida quanto a leitura de códigos de barras EAN/UPC – 1D. Por meio do programa Global 2D, testes mais completos serão conduzidos para garantir uma visão mais ampla sobre questões técnicas/de desempenho como esta. Esses testes responderão a muitas das perguntas mais comuns que nossa comunidade tem sobre o desempenho e as expectativas da tecnologia de leitura, como:​

    ·         Qual a velocidade com que os diferentes códigos de barras poderão ser lidos com precisão?

    ·         Como os dados codificados (quantidade, tipo) afetam a velocidade e a precisão da leitura?

    ·         Se houver múltiplos códigos de barras em uma embalagem (como um EAN/UPC e um QR Code), como os sistemas de leitura encontram as informações certas de que precisam?

    ·         Como os códigos de barras devem ser posicionados para obter resultados de leitura otimizados?

    ·         Como o número de configurações de leitura de código de barras (decodificadores ativados em um mecanismo de leitura) afetam o desempenho de leitura?

  • As tabelas de especificações de símbolos oferecem dimensões mínimas (0,0148"), alvo/target (0,0246") e máximas (0,0390") para cada código de barras. Porém, o espaço necessário na embalagem, o ambiente de leitura, a qualidade da impressão e a resolução do processo de impressão contribuem para a dimensão ideal dos símbolos em uma embalagem. Um símbolo muito pequeno pode não ser lido facilmente pelos leitores ou pode ser difícil para imprimir em alta qualidade e com resolução suficiente. Se o símbolo for muito grande, pode ser difícil digitalizar de perto ou imprimir com qualidade ou alta resolução.​

    Para garantir que os códigos de barras atendam às necessidades de qualidade, é fortemente recomendável adotar um programa de verificação de código de barras. A verificação pode ajudar as empresas a compreender a qualidade de seus códigos de barras, a capacidade de leitura pelos parceiros comerciais e o que deve ser feito para melhorar.​

  • De acordo com o relatório "The Global Market for Stationary POS Scanners" da VDC Research (Novembro de 2019), a base instalada para leitores 2D  nos EUA é superior a 50% e, em 2023, a base instalada será de 70% à medida em que a tecnologia de compras do mercado migra quase totalmente para 2D. O relatório também indica que os varejistas globais têm alocado em média 14% dos orçamentos de TI para os sistemas PDV. A VDC prevê que, em 2023, a maioria dos varejistas em todo o mundo será capaz de capturar simbologias 2D no ponto de venda. Mas lembre-se de que a modernização dos sistemas PDV de leitura a laser para óptica também requer a modernização e integração dos sistemas de backend e componentes de infraestrutura do PDV.​​

  • ​A embalagem sempre terá o código do produto (GTIN) humano legível. Assim como o GTIN sempre é visto junto ao Código de Barras, numa identificação com Código 2D é necessário que ao menos o GTIN esteja legível próximo ao Código 2D.​

  • Depende da aplicação e do seu sistema de leitura. Estamos trabalhando com 3 possibilidades:​


    1 - Adjacente (lado a lado):

    Usar quando o 1D e 2D são visados para mesma aplicação, por exemplo, leitura pelo operador de caixa do varejo. Aqui o leitor de imagem irá capturar os dois símbolos simultaneamente.

    Imagem1.jpg

    2 – Não-adjacente (na mesma face em cantos opostos):

    Usar quando o 1D e 2D são visados para diferentes aplicações, por exemplo, o 1D para varejo e o 2D para logística ou engajamento com consumidor.

    Imagem2.JPG

    3 – Não-adjacente e frente e verso (em faces opostas):

    Facilita a identificação do 2D por estar na face mais vista do produto, permitindo a leitura do produto sem precisar tirar do lugar, diretamente da gôndola, seja pelo consumidor ou para outra aplicação, como controle de estoque e ruptura de gondola.

    Imagem3.JPG

  • O Cadastro Nacional de Produtos ainda não faz a impressão de códigos 2D. Estamos trabalhando para isso. Enviar e-mail para atendimento@gs1br.org para receber instruções de como gerar QR Code seguindo os Padrões GS1.​​

  • ​A migração já iniciou. Diversos pilotos já foram realizados e outros estão acontecendo. Entre em contato com 2dnopdv@gs1br.org para receber ajuda da GS1 com a sua migração.​

  • O Código 2D pode receber os dados adicionais, como Lote, data de validade, número de série. Você pode utilizar softwares e plataformas próprias que traduzem estes dados em informações relevantes para gerenciamento do seu estoque. Para mais informações acesse www.korde.com.br.​​

  • Não. Todos os produtos que transitam no varejo ou passam nos pontos de venda podem receber o Código 2D.​

  • Não há custos adicionais na filiação da GS1 Brasil. As mesmas identificações que são usados atualmente, como por exemplo GTIN (Número Global de Item Comercial) podem ser usados em códigos 1D (EAN-13) ou 2D (GS1 DataMatrix e QR Code).​​

  • ​Para determinar o custo da migração é necessário entender o cenário do seu produto e empresa. Entre em contato com 2dnopdv@gs1br.org.​​

  • A empresa deve avaliar a embalagem para comportar os dois códigos.​​​

  • Hoje existem processos para gestão tipo big data e impressoras digitais de alta velocidade capazes de suprir as necessidades da produção em alta escala e velocidade. Os equipamentos e sistemas necessários dependerão de uma análise do seu sistema de produção. Entre em contato com 2dnopdv@gs1br.org.​​​

  • O consumidor pode usar seus dispositivos móveis e inteligentes para ler um QR Code com Padrão GS1 Digital Link e ser guiado para a página ou ação desejada pelo criador do QR Code.​​​

  • A adoção do 2D é voluntária assim como a utilização dos Padrões GS1. Para alguns setores existem regulamentações para a utilização do 2D, como por exemplo o setor da saúde.​​

  • A maioria das impressoras estão preparadas para impressão do código 2D em larga escala. Impressoras digitais, como Inkjet, Ribbon e Laser, podem imprimir Código 2D com dados variáveis ou não. Impressão não digital (offset), como as técnicas de serigrafia e litografia, imprimem somente Código 2D com dados fixos, não variáveis.

    O seu fornecedor de impressoras ou gráfica saberá especificar o melhor equipamento para sua necessidade.​

  • A demanda pelo mercado para o uso de dados adicionais, como lote, validade e número de série é uma grande oportunidade para a indústria.​​

Código de Barras

  • Em geral, isso não ocorre. Todas as informações sobre o produto (preço e demais características) devem ser mantidas em bancos de dados dos sistemas de automação e acessadas por meio do número de identificação do item (GTIN). 

  • ​​A ISO disponibiliza informações sobre a lógica de construção dos códigos através das seguintes normas: ISO/IEC15420 (EAN/UPC), ISO/IEC 16390 (ITF-14), ISO/IEC 15417 (GS1-128), ISO/IEC 15438 e ISO/IEC 15438 (RSS e PDF 417). 

    A estrutura lógica é a etapa inicial para montar um código fonte que gera as barras, e essa programação pode ser feita em diversas linguagens, como CLIPPER, Visual Basic, C++, entre outras, ou utilizando a própria linguagem de programação das impressoras de códigos de barras.

    Para desenvolver um software de geração de código de barras é necessário agregar outros critérios técnicos, como, por exemplo: características dimensionais (largura/altura), magnitudes, tolerâncias dimensionais, padrões de cores e cálculo dos caracteres verificadores. Consulte aqui os materiais técnicos disponibilizados.​

  • A ANVISA, por meio da RDC 343/2005 exige que todos os cosméticos sejam identificados com um GTIN (Número Global de Item Comercial) para viabilizar o registro/notificação junto à agência, padronização de cadastro de produtos, automatizar o processo de inspeção e rastreabilidade. Esta exigência é válida para todos os tipos de cosméticos e independe de sua forma de comercialização, sendo aplicada tanto para produtos comercializados no varejo, por meio de catálogos ou mesmo por venda direta ao consumidor.

    Os GTINs são estruturas numéricas padronizadas internacionalmente e licenciadas pela GS1. O proprietário da marca deve filiar-se à GS1 Brasil para obtenção da licença de uso desta numeração e posterior representação em formato de código de barras.

  • ​​Para gerar o código GTIN-13 e GTIN-14, acesse aqui ​o Cadastro Nacional de Produtos.

    Para o GS1-128, as funções para geração são exclusivas de cada software. Recomendamos que você consulte o manual de operação do software ou contate o representante oficial.

    De maneira geral, os softwares podem possuir botões, ou itens nos menus, específicos para gerar os códigos de barras. Tente acioná-los e selecione o código que deseja gerar: GS1-128 (GS1-128, GS1-128 Multi, etc.) e digite as numerações dos códigos correspondentes.

    Na geração do código, siga as regras de qualidade de acordo com o Encarte Técnico​.

    Atenção! Se você está negociando a exportação de seus produtos para os Estados Unidos ou Canadá, pode ser que os importadores, tradings, consultorias e varejos desses países, solicitem a utilização do código GTIN-12/UPC. Mas, se o seu produto já possui o GTIN-13/EAN-13, não é necessário a solicitação do GTIN-12/UPC, pois GTIN-13/EAN-13 é lido mundialmente!

  • Trata-se da representação gráfica (imagem em barras claras e escuras), das combinações binárias utilizadas pelo computador. São reconhecidas por leitura ótica e informam os números ou as letras que constituem o código de barras.

E-commerce

  • EANCOM® é uma diretriz de implantação detalhada das mensagens padrão do UN/EDIFACT.

    As mensagens do UN/EDIFACT são freqüentemente complexas e os usuários podem facilmente entender mal os princípios e intenções originais dos projetistas das mensagens. A diretriz EANCOM® é um subconjunto das mensagens do UN/EDIFACT e fornece claras definições, explicações e exemplos que permitem aos parceiros comerciais trocarem documentos comerciais de um modo simples, preciso e econômico.

    A EANCOM® também incorpora nas mensagens eletrônicas os padrões GS1 de identificação física de itens comerciais, unidades de logística e os Números de Localização Global que identificam os parceiros comerciais. Ela permite integrar o fluxo físico de bens com as informações relacionadas enviadas por meios eletrônicos.​​

  • Além do EANCOM já ser um padrão adotado por mais de 50 mil empresas no mundo e por isso ter despertado a demanda de mercado, através de empresas que já o implantaram e requesitam o padrão de seus parceiros comercias, as empresas que ainda não o utilizam buscam conhecê-lo e adotá-lo devido a benefícios como:

    A redução de custos administrativos e operacionais, frente a brusca redução dos trâmites, que originam montes de papéis, que operam em fluxos viciosos de vai-e-vem de vias de documentos, protocolos e assinaturas.

    Alinhamento com o padrão GS1 de identificação física dos itens comerciais e unidades logísticas. A redução de estoque acontece a medida, que o gerenciamento dos produtos permite a reposição calculada sobre o consumo, firmando-se alianças estratégicas entre fornecedores e clientes.

    Aumento de vendas ocorre devido ao monitoramento constante do consumo e planejamento pré-acordado para a rápida reposição por parte do fornecedor.

    A valorização dos profissionais de compras e vendas é estabelecida, quando os mesmos assumem a função de estrategistas de negócios.

    Outros benefícios como a redução de saldos; redução de itens faltantes; redução de devoluções; agilização do recebimento de mercadorias; entre outros, são percebidas quando entra em produção o projeto edi.

    Vale lembrar, que o edi é um pré-requisito para o desempenho das práticas da ECR (Efficient Consumer Response).

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    EDI (Electronic Data Interchange) ou "troca eletrônica de dados" é a transmissão automática de dados partindo de um sistema de computadores para outro, conforme acordado entre parceiros comerciais.

    As mensagens eletrônicas são disparadas e processadas automaticamente pelas empresas envolvidas. Geralmente, existe a presença de um prestador de serviço que gerencia as informações intercambiadas entre as partes através da administração de caixas postais eletrônicas. Esta empresa é denominada VAN - Value Added Network, ou Rede de Valor Agregado.

    Um dos facilitadores no processo de EDI é a adoção de mensagens estruturadas EDIFACT/EANCOM, que foram geradas e padronizadas com base nas necessidades de comunicação comercial, financeira e logística entre parceiros de negócios. A GS1 Brasil oferece cursos mensais sobre "comércio eletrônico" e "técnicas avançadas de EDI". ​
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    A GS1 Brasil atua como facilitadora no cenário do comércio eletrônico, da seguinte maneira: Empenha-se na coordenação, publicação e divulgação dos Guias de Implementação das mensagens padronizadas EANCOM, representando os interesses e necessidades da comunidade de negócios brasileira.

    Coordena a definição de padrões de comunicação sempre respeitando as regras do Sistema GS1, quando os mesmos refletem os interesses e agregam valor aos usuários de diferentes setores, provendo ferramentas práticas e eficientes. Através da assessoria para a realização de projetos-pilotos com empresas de representatividade no mundo dos negócios, a GS1 Brasil está sempre próxima de seus associados.

    Oferece curso de capacitação sobre "Práticas de e-commerce" e "Conceitos Avançados EDI". ​

EPC / RFID

  • ​​A EPCglobal Network é um conjunto de tecnologias que permite a identificação imediata e automática e o compartilhamento de informações sobre itens na cadeia de suprimentos. Dessa forma, a EPCglobal Network torna as empresas mais eficazes por permitir uma visibilidade real das informações sobre os itens da cadeia de suprimentos.​

  • RFID significa identificação por radiofreqüência. É uma tecnologia que existe há várias décadas e que, de maneira simplificada, é composta por etiquetas que emitem sinais de rádio e dispositivos denominados leitores que captam estes sinais. A tecnologia RFID é um elemento fundamental da EPCglobal Network.​

  • O Código Eletrônico de Produto™ (EPC) é a identificação de produto de última geração. O EPC é uma "placa de automóvel", simples e compacta, que identifica exclusivamente os objetos (itens, caixas, paletes, locais, etc.) na cadeia de suprimentos. O EPC foi desenvolvido a partir de uma idéia hierárquica básica que pode ser usada para expressar uma grande variedade de sistemas de numeração existentes e diferentes, tais como as chaves de identificação do Sistema GS1, UID, VIN, e demais sistemas de numeração.


    Similarmente aos vários esquemas de numeração existentes usados no comércio, o EPC é dividido em números que identificam o fabricante e o tipo de produto. Porém, o EPC usa um conjunto adicional de dígitos, que é um número de série para identificação exclusiva de itens. O EPC é a chave para as informações sobre o produto que ele identifica como existente na EPCglobal Network. Um número EPC contém:


    1. Cabeçalho, que identifica o comprimento, tipo, estrutura, versão e geração do EPC;
    2. Manager Number, que identifica a empresa;
    3. Classe de Objeto, similar a uma unidade de manutenção em estoque ou SKU;
    4. Número de Série, que é a instância específica da Classe de Objeto sendo etiquetado.

    Campos adicionais podem também ser usados como parte do EPC a fim de codificar e decodificar adequadamente as informações dos diferentes sistemas de numeração nas suas formas nativas (humano-legível).

  • ​​​A versão 1.0 da EPCglobal Network oferece um conjunto completo de especificações técnicas para cada componente na EPCglobal Network . Lançada em Setembro 2003, esta versão oferece informações técnicas sobre o sistema de numeração, etiqueta, leitor, e orientações sobre os vários componentes.​

GDSN

  • ​​​A GS1 Brasil não oferece este tipo de serviço, contudo continuará a promover o conceito e benefícios de Sincronização de Dados e serviços de Data Quality (Qualidade dos Dados).​

  • ​​A GS1 Brasil disponibiliza aos seus associados a análise de pesos e dimensões, dentro dos padrões GS1 que se encaixam perfeitamente ao GDSN.​

  • ​A GS1 GDSN – Global Data Syncronization Network é uma ferramenta global que permite a sincronização de dados entre parceiros comerciais, através de uma rede de Data Pools.​​

  • No mundo, varejistas e fornecedores de países como Estados Unidos, México, Argentina, Espanha, França, Reino Unido, Bélgica, Alemanha e muitos outros já participam da Rede Global de Sincronização de Dados. No Brasil, o Carrefour é a empresa pioneira na utilização.​

  • ​​Existem cinco passos que permitem aos parceiros comerciais sincronizar os dados de itens, localização e preços:

    1 - Carregamento de Dados: O fornecedor registra os dados de seus produtos e suas informações no Data Pool de sua escolha.

    2 - Registro de Dados: O Data Pool registra os dados no GS1 Global Registry que mantém a informação de onde se encontram os mesmos.

    3 - Pedido de Subscrição: O Comprador por meio de seu Data Pool,subscreve a recepção da informação de um fornecedor.

    4 - Publicação de Dados: O Data Pool do fornecedor publica a informação solicitada na base de dados do comprador.

    ​5 - Confirmação e Informação: O comprador envia uma confirmação ao fornecedor via Data Pool. O fornecedor tem a informação das ações tomadas pelo comprador.

  • ​​O benefício é o tempo envolvido na obtenção e digitação dos dados e a confiabilidade do dado, que beneficiam toda operação:

    • Na logística desde a colocação do pedido, seu processamento e entrega, recebimento, controle de estoque, reposição e disponibilidade de produtos nas gôndolas.
    • Na parte comercial e administrativa desde a gestão de promoções, reconciliações contábil e financeira.​

GS1 SmartSearch

  • GS1 SmartSearch é um padrão GS1 que torna mais fácil manter informações visíveis sobre produtos, ao longo da web, nos sistemas de buscas (e também em sites de fabricantes/varejistas e redes sociais) 

  • GS1 SmartSearch resulta em um aumento de vendas através de:

    • Resultados de buscas mais relevantes
    • Informações mais detalhadas e eficazes de produtos mostrados nos resultados de busca
  • GS1 SmartSearch oferece um método para desenvolvedores web incluírem informações de produtos padronizadas e estruturadas nas páginas web, para que elas se tornem úteis aos sistemas de buscas.

    Através do uso de dados estruturados, as empresas ajudam os sistemas de busca a mostrarem resultados de buscas mais relevantes aos consumidores. Isso resulta em mais visitas às páginas dos produtos, e consequentemente, mais vendas.

  • GS1 SmartSearch complementa o GDSN e o GS1 Source. GS1 SmartSearch é um método para formatar dados de produtos de uma maneira mais amigável para a web. Usuários do GS1 GDSN e GS1 Source podem adicionar o formato GS1 SmartSearch ao seu conjunto existente de formatos de saída de dados de produtos. Os serviços GDSN funcionam como uma 'parada única' para varejistas recuperarem informações de produtos facilmente em um único local, especialmente quando eles vendem produtos de centenas ou milhares de fornecedores.

    No futuro, esses serviços poderão, como parte de suas ofertas, trocar dados no formato GS1 SmartSearch entre fabricantes e varejistas. Serviços como GDSN poderão emitir dados formatados pelo GS1 SmartSearch para inclusão direta no código subjacente das páginas web ou armazenar esse formato para recuperação de uma variedade de dados de consumidores.

  • Não, seu valor irá aumentar com uma adoção maior! Isso ocorre, pois, os motores de busca irão prestar uma atenção especial para o vocabulário 'padrão' que o GS1 SmartSearch apresenta aos seus sistemas de indexação – mais ou menos como é feito hoje aos dados formatados com o vocabulário schema.org. Como resultado, as páginas de produtos sem GS1 SmartSearch serão menos propensas a fornecerem relevância aos sistemas de buscas e, consequentemente, serão menos propensas a aparecerem nos resultados de busca.

  • Google já aprova dados estruturados em JSON-LD (JavaScript Object Notation – Linked Data) como um método que permite que seus spiders indexadores entendam melhor uma página web. GS1 SmartSearch são dados estruturados com uma combinação com o vocabulário schema.org que descrevem produtos em detalhes. Não há necessidade do Google aprovar publicamente GS1 SmartSearch para ele ser efetivo. Além disso, Google está aprovando o uso dos GTINs em dados submetidos ao Google Shopping, de forma que eles considerem o GTIN como uma importante identificação do produto.

  • Sim, Google suporta JSON-LD. Além disso, o Google também tem implementado Ferramentas Teste de Dados Estruturados em https://developers.google.com/structured-data/testing-tool/ que permitem que você teste páginas com GS1 SmartSearch nelas. Os dados estruturados podem ser titulados, pela ferramenta de teste, como ‘Unspecified Type’ (Tipo Indeterminado), mas o teste irá retornar “All Good” (tudo certo).
  • Testes realizados pela GS1 UK têm mostrado que produtos em uma página web de teste contendo GS1 SmartSearch pontuam melhor nos rankings de busca para pesquisas relevantes. Entretanto, a palavra relevante é chave aqui: Quando o usuário do sistema de busca insere várias palavras chaves na caixa de busca (ex: ‘sapatos de balé roxos tamanho 34’), páginas com GS1 SmartSearch se comportam muito bem. Porém, para buscas vagas com poucas palavras (ex: ‘sapatos roxos’) as páginas com GS1 SmartSearch fazem pouca diferença, pois, um spider indexador de um sistema de busca pode facilmente ver relevância dessas palavras no título ou cabeçalho de páginas de produtos com HTML apenas. 

  • Análises feitas pelo Searchmetrics Etude em 2014 mostraram que:

    • Mais de 80% das compras online iniciam-se no Google
    • Primeiras posições no Google produzem uma taxa de >25% de visitas
    • Páginas Web usando "rich snippets" (dados estruturados) são melhor referenciadas 
  • A maneira como os sistemas de buscas decidem a relevância para páginas web satisfazerem uma solicitação de busca é o ‘tempero secreto’ que nunca é revelado. Não é muito útil que tentemos adivinhar como sistemas de buscas funcionem; o melhor é recomendar que todos, desde fabricante até varejistas, publiquem páginas com informações de alta qualidade sobre seus produtos. GS1 SmartSearch é uma ferramenta para ajuda-los a atingir esse objetivo.

  • Nos seus desenvolvedores de website https://developers.google.com/structured-data/rich-snippets/products o Google descreve como inserir informações nas páginas web de um produto para que eles possam se assegurar do que eles estão indexando – e o que eles estão apresentando como rich snippets em um resultado de busca. O time da GS1 UK tem notado em seus testes que os dados em GS1 SmartSearch funcionam para rich snippets também, desde que os nomes no JSON-LD combinem com as propriedades listadas na página com link acima. As boas notícias são que essas propriedades estão contidas no vocabulário GS1 SmartSearch.      

  • Schema.org, atualmente, define propriedades básicas de produtos, ou ofertas de produtos, para serem usadas para fornecer marcações semânticas para uma página web. Contudo, o GS1 SmartSearch estende o vocabulário schema.org compreensivelmente para que propriedades mais detalhadas de um produto possam ser descritas para certos tipos de produtos. Isso vai além das propriedades básicas de um produto (como o 'gtin13' e 'preço') no schema.org. 

  • Tecnicamente falando, o GTIN é apenas outro atributo em termos de formatação dos dados estruturados JSON-LD. Entretanto, sistemas de busca entendem o valor do GTIN, já que isso permite que eles conectem os apps que leem códigos de barras e procurem por resultados relevantes. Na questão de ser uma ‘chave’ (o que realmente é; o identificador único para um produto), o valor do GTIN se torna importante para um indexador de Sistema de busca, que pode usar essa identificação única para entender que ele está vendo o mesmo produto em vários websites.

  • Existem vários diferentes modelos de online business que tem sua existência devido a forma que a web funciona. Entretanto, na GS1 nós nunca iremos fugir do nosso foco de trabalhar em prol do consumidor. Por 40 anos nossos padrões têm permitido que todas as organizações na cadeia de suprimentos, forneçam aos consumidores uma melhor eficiência, escolha de produto, preço e serviço, e o GS1 SmartSearch é outra ferramenta que ajuda o consumidor escolher o produto correto com confiança. Os benefícios de uma boa qualidade, eficácia e dados completos de produtos são o foco da proposta de valor do GS1 SmartSearch.

Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

  • O GTIN, sigla de “Global Trade Item Number” é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1, antiga EAN/UCC. Os GTINs, anteriormente chamados de códigos EAN, são atribuídos para qualquer item (produto ou serviço) que pode ser precificado, pedido ou faturado em qualquer ponto da cadeia de suprimentos. O GTIN é utilizado para recuperar informação pré-definida e abrange desde as matérias primas até produtos acabados. GTIN é um termo “guarda-chuva” para descrever toda a família de identificação das estruturas de dados GS1 para itens comerciais (produtos e serviços). Os GTINs podem ter o tamanho de 8, 12, 13 ou 14 dígitos e podem ser construídos utilizando qualquer uma das quatro estruturas de numeração dependendo da aplicação. O GTIN-8 é codificado no código de barras EAN-8. O GTIN-12 é mais utilizado no código de barras UPC-A, o GTIN-13 é codificado no EAN-13 e o GTIN-14 no ITF-14.

    Atenção:

    Se você está negociando a exportação de seus produtos para os Estados Unidos ou Canadá, algumas vezes, os importadores, tradings, consultorias e varejos desses países, solicitam a utilização do código GTIN-12/UPC para identificação de produtos. Mas, é importante saber que se o seu produto já possui o GTIN-13/EAN-13, já atende a esta solicitação. Dessa forma não é necessário utilizar o GTIN-12/UPC.


  • ​A GS1 é a responsável pelas atribuições dos GTINs. No Brasil, a GS1 Brasil - Associação Brasileira de Automação, antiga EAN Brasil é sua representante. Para mais informações, entre em contato com a GS1 Brasil: atendimento@gs1br.org ou ​4000-1936.

  • Não há necessidade em ter um GTIN e associar-se a GS1 Brasil para emitir a Nota Fiscal Eletrônica e ter sua nota validada. Caso a empresa queira ter o controle automatizado e fazer a referência entre o código de barras do produto e a NF-e, a dona da marca deste produto poderá se associar para obter o GTIN e aplicar o código de barras, mas pelo ajuste SINIEF não existe a obrigatoriedade.

  • Automação no recebimento, melhoria no controle de estoque, conferência do pedido enviado com a NF-e recebida, código único para controle de produtos e rastreabilidade.

  • Se a empresa que atribuiu o código do produto for associada à GS1 em qualquer lugar do mundo, os GTINs dos seus produtos serão iniciados por 3 dígitos que representam a GS1 a qual ela se associou. Por exemplo, se a associação for realizada na GS1 Brasil, o GTIN será iniciado por “789” ou “790”. Para a lista completa dos prefixos das GS1s ao redor do mundo acessar o link: https://www.gs1.org/company-prefixTambém disponível em: http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/listaConteudo.aspx?tipoConteudo=Iy/5Qol1YbE

  • ​Se houver GTIN e o fornecedor não o informou, o atacadista ou varejista deve assim mesmo, informar o GTIN em suas NF-e de saída. Neste caso, é necessário entrar em contato com o fornecedor para assegurar o preenchimento desta informação ou troca de cadastros para alinhamento.

  • Os donos devem cadastrar e manter atualizados os dados de produtos no Cadastro Nacional de Produtos, que será a fonte de consulta para validação dos campos cEAN e cEANTrib conforme ajuste SINIEF nº 06 e 07, de 14 de julho de 2017. Caso o seu GTIN não esteja cadastrado no Cadastro Nacional de Produtos​, entrar na página do Cadastro Nacional de Produtos​- https://cnp.gs1br.org/ 

    Segundo a nota técnica, existem duas validações: 

    1- Validação estrutural do GTIN – códigos GTIN-8, GTIN-12, GTIN-13 ou GTIN-14 (antigos códigos EAN, UPC e DUN-14), prefixo válido atribuído por alguma GS1 no mundo (Verificar “Tabela Prefixo GS1” publicada no Portal Nacional da NF-e) e dígito verificador (https://www.gs1.org/services/check-digit-calculator 

    2- Validação das regras do Cadastro Centralizado de GTIN. Para esta validação, a obrigatoriedade passa a valer de acordo com o ramo de atuação das empresas. As Secretarias da Fazenda disponibilizaram o cronograma completo dos setores que passarão pela validação do GTIN na Nota Fiscal Eletrônica, é possível verificar o prazo atual no site da NFE: www.nfe.fazenda.gov.br O Cadastro Nacional de Produtos é uma ferramenta simples e fácil de usar que centraliza os cadastros de GTINs e está disponível gratuitamente para associados da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação.

  • Preencher com o código GTIN-8, GTIN-12, GTIN-13 ou GTIN-14 (antigos códigos EAN, UPC e DUN-14), de acordo com a forma/volume de comercialização (caixa, item individual, etc) do produto na operação que está sendo realizada quando da emissão da NF-e, que pode ser inclusive um agrupamento de produtos. Obs.: GTIN é o número do código de barras do produto.

  • Preencher com o código GTIN-8, GTIN-12, GTIN-13 ou GTIN-14 (antigos códigos EAN, UPC e DUN-14) da unidade tributável do produto. O GTIN da unidade tributável deve corresponder àquele da menor unidade comercializável identificada por código GTIN. Obs.: GTIN é o número do código de barras do produto.

  • Sim. Se o produto comercializado na NF-e/NFC-e possuir código de barras com GTIN, ele deve ser destacado no documento, seja a NF-e/NFC-e gerada pelo fabricante, distribuidor, revenda, varejo, etc.

  • Quando o produto comercializado for o mesmo que o produto tributável o código enviado no cEAN e no cEANTrib será o mesmo. Caso sejam diferentes o cEAN é o código de barras GTIN (antigo código EAN) do produto que está sendo enviado ao cliente na NF-e, de acordo com a forma/volume de comercialização do produto, enquanto que o cEANTrib será o código de barras GTIN (antigo EAN), da unidade tributável, ou seja, a menor unidade comercializável identificada por código GTIN.

  • Sim, a SEFAZ fará a validação do número GTIN (estrutura numérica, prefixo e dígito verificador), e identificará que se trata de um produto codificado por outra GS1, mas não fará a consulta no banco de dados CCG. Somente os produtos com GTIN atribuídos pela GS1 Brasil iniciados com 789 e 790 serão validados no CCG. Para a lista completa dos prefixos das GS1s ao redor do mundo acessar o link: https://www.gs1.org/company-prefix Também disponível em: http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/listaConteudo.aspx?tipoConteudo=Iy/5Qol1YbE

  • O Cadastro Nacional de Produtos é uma ferramenta online que vai facilitar a gestão e o controle da numeração de produtos cadastrados nos padrões globais de códigos de barras, facilitando a gestão dos produtos. Em um único ambiente é possível cadastrar as informações técnicas dos produtos, gerar os códigos de barras de cada um deles e até imprimir as etiquetas para colocar nas embalagens.

  • O Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) é um banco de dados da SEFAZ contendo um conjunto reduzido de informações dos produtos que possuem o código de barras GTIN em suas embalagens, e funciona de forma integrada com o Cadastro Nacional de Produtos da GS1 Brasil​, que é o cadastro mantido pela organização legalmente responsável pelo licenciamento do respectivo código de barras.

  • ​​Os donos das marcas dos produtos de todos os setores que possuem produtos circulando no mercado com código de barras com GTIN (Numeração Global de Item Comercial) e que são comercializável nos documentos NF-e e NFC-e. Todas as informações inseridas no Cadastro Nacional de Produtos são de inteira responsabilidade do dono da marca. A GS1 Brasil somente faz a interface de envio dos dados válidos para o CCG.

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    Se estes itens ainda estiverem circulando e puderem ser faturados em qualquer ponto da cadeia de suprimentos, sim.
  • Sim, de acordo com a Nota Técnica de Validação de GTIN 2017.001 Nota: Importante sempre acompanhar a versão da nota técnica vigente publica no Portal NFe http://www.nfe.fazenda.gov.br

  • ​O Cadastro Centralizado de GTIN é um banco de dados contendo um conjunto reduzido de informações dos produtos que possuem o código de barras GTIN em suas embalagens, e funciona de forma integrada com o Cadastro Nacional de Produtos da GS1 Brasil, que é o cadastro mantido pela organização legalmente responsável pelo licenciamento do respectivo código de barras. Os produtos em circulação no mercado que possuem GTIN e que são informados nos documentos fiscais eletrônicos, NF-e e NFC-e, terão suas informações validadas no CCG, de acordo com o cronograma previsto na legislação. Portanto, os donos das marcas dos produtos que possuem GTIN deverão manter atualizados os dados cadastrais de seus produtos junto ao Cadastro Nacional de Produtos em cnp.gs1br.org​​, de forma a manter atualizado o Cadastro Centralizado de GTIN.

  • ​Os donos das marcas dos produtos que possuem GTIN deverão manter atualizados os dados cadastrais de seus produtos junto ao C​adastro Nacional de GTIN de forma a manter atualizado o Cadastro Centralizado de GTIN.

  • As informações obrigatórias que devem estar no Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) são: I. GTIN II. Marca III. Tipo GTIN (8, 12, 13 ou 14 posições) IV. Descrição do Produto V. Dados da classificação do produto (Segmento, Família, Classe e Subclasse/Bloco) VI. País – Principal Mercado de Destino VII. CEST (quando existir) VIII. NCM IX. Peso Bruto X. Unidade de Medida do Peso Bruto XI. Foto do produto Caso o GTIN cadastrado seja de um agrupamento de produtos homogêneos (GTIN-14, antigo DUN-14), as informações adicionais que devem conter no CCG são: I. GTIN de nível inferior, também denominado GTIN contido/Item comercial contido II. Quantidade de Itens Contidos . Nota: Importante sempre acompanhar a versão da nota técnica vigente publica no Portal NFe http://www.nfe.fazenda.gov.br

  • Conforme citado, os Ajustes SINIEF 07/05 e 19/16 informam que os sistemas autorizadores da NF-e e NFC-e deverão validar as informações de GTIN devendo as notas serem rejeitadas quando não estiverem em conformidade com o CCG. Por isso, é fundamental que os donos de marca mantenham as informações cadastrais de produtos com GTIN atualizadas junto ao CCG, o que é feito através da manutenção atualizada do cadastro junto ao Cadastro Nacional de Produtos da GS1. Os registros rejeitados no CCG serão devolvidos pelo Fisco à GS1 para que a mesma disponibilize essa informação junto aos seus associados. Segue relação das principais validações, efetuadas no CCG, que poderão levar à necessidade de correção, pelos donos de marca, do cadastro de GTIN no Cadastro Nacional de Produtos​​:

  • De acordo com a versão 1.50 da Nota Técnica 2017.001 divulgada pelas Secretarias de Fazenda, as regras de validação do GTIN serão implantadas por etapas.

    A primeira etapa, que consiste na validação estrutural do GTIN, já está implementada. Acompanhe o calendário das próximas etapas no portal da Nota Fiscal Eletrônica: www.nfe.fazenda.gov.br

    É importante que os donos de marcas que possuem produtos com GTIN em circulação no mercado mantenham atualizados, desde já, os dados cadastrais de seus produtos no Cadastro Nacional de Produtos​​​ da GS1 Brasil (cnp.gs1br.org), de forma a manter atualizado também o Cadastro Centralizado de GTIN (CCG) e facilitando as futuras validações.

Rastreabilidade

  • Atualmente, os principais setores com soluções de rastreabilidade em desenvolvimento pela GS1 Brasil são:

    • Cadeia de Medicamentos e Produtos para Saúde;
    • Cadeia da Carne Bovina;
    • Produtos Alimentícios;
    • Produtos Frescos (FLV);
    • ​Matérias-primas e material de embalagem.
  • Em alguns países, a rastreabilidade já é adotada como prática obrigatória para a reconstituição da origem, embalagem, transporte e armazenagem de alguns produtos. A União Européia, por exemplo, exige que toda a carne comercializada no Mercado Comum Europeu tenha rastreabilidade. No Brasil, o governo vem tomando algumas medidas que conduzem à rastreabilidade parcial de medicamentos e alimentos, tais como o controle da distribuição de medicamentos (Portaria MS 801/98) e o SISBOV - Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina.​

  • ​"É a habilidade de traçar o caminho da história, aplicação, uso e localização de uma mercadoria individual ou de um conjunto de características das mercadorias, por meio da impressão de números de identificação". (Dyer, 1966)

  • ​​Porque possibilita um controle total de todas as etapas da cadeia de suprimentos, fornecendo instrumentos fundamentais para análise e gestão de riscos. Controlando melhor os riscos, a empresa pode maximizar os seus resultados, além de oferecer mais segurança e confiabilidade ao consumidor. Outro aspecto fundamental é o fator diferenciação de produto. Ao obter certificação de origem e processamento, a empresa pode diferenciar e agregar valor a seus produtos. Vale lembrar que a adequação aos sistemas da qualidade (ISO, BPF, APPCC etc.) implica obrigatoriamente na aplicação do conceito de rastreabilidade na cadeia de suprimentos.​

  • A Rastreabilidade deve ser aplicada na cadeia de suprimentos objetivando a correta identificação e localização de qualquer produto em qualquer elo da cadeia de suprimentos. Para isso, é necessário que todos os parceiros comerciais da cadeia possuam um padrão único de identificação e comunicação, além de estarem integrados, em processos colaborativos, nos quais a informação relevante é trocada continuamente entre os componentes da cadeia. É de responsabilidade de cada empresa gerenciar os "links" entre o que ela recebeu de seus fornecedores e o que está entregando a seus clientes. Os "links" também incluem os relacionamentos entre os produtos e suas unidades de transporte e armazenamento. Precisão e rapidez no registro e recuperação dos dados também são dois elementos de referência em qualquer sistema de rastreabilidade. Alguns dados devem ser sistematicamente transmitidos entre os parceiros enquanto outros dados devem ser apenas registrados.​​​

Sistema GS1

  • Sim. Você pode consultar o GEPIR - Busca Global de Associados GS1, disponível no Centro de Serviços da GS1 Brasil. Essas informações algumas vezes não estão disponíveis devido a leis de proteção vigentes em cada país.​​​

  • ​​Sim, os padrões do Sistema GS1 são aceitos internacionalmente. De qualquer modo, recomendamos que o parceiro comercial seja questionado sobre a possibilidade de leitura desses códigos.​

  • Atualmente, muitos setores do comércio e da indústria reconhecem o Sistema GS1 como o único sistema de identificação e comunicação que propicia aplicações em geral reconhecidas internacionalmente. Considerando suas origens, as características específicas do Sistema GS1 não são exclusivamente aplicadas na constatação de conformidades, e ele nunca representou uma solução apenas para o setor varejista. Grandes empresas utilizam o Sistema GS1 como forma de acelerar seus prazos de negociações comerciais e para otimizar o controle de recebimento, produção e expedição de produtos.

    As empresas que não adotam o padrão global acabam tendo de trabalhar com vários padrões (sistemas), elevando seus custos operacionais e administrativos e dificultando seu processo de gestão.​​​

UDI

  • O que é um dispositivo médico? 

    Tudo que possa ser usado por um profissional da saúde no tratamento do paciente, com exceção dos medicamentos. 

    Segundo a World Health Organization (WHO)Artigo, instrumento, aparelho ou máquina usados na prevenção, diagnóstico ou tratamento de doenças ou enfermidades, ou para detectar, medir, restaurar, corrigir ou modificar a estrutura ou função do corpo para algum propósito de saúde. Normalmente, a finalidade de um dispositivo médico não é alcançada por meios farmacológicos, imunológicos ou metabólicos. 



    O que é o UDI? 

    UDI sigla em inglês (Unique Device Identification), significa Identificação Única de Dispositivos Médicos. É um padrão que segue regras do Fórum Internacional de Reguladores em Dispositivos Médicos (IMDRF), que entre outros, torna possível a identificação inequívoca de um determinado dispositivo médico no mercado. 

     


    O que é a regulamentação do FDA sobre o UDI? 

    FDA, ou Food & Drug Administration, é agência americana, equivalente a Anvisa no Brasil, que regulamenta uma série temas, incluindo a identificação única de dispositivos médicos (UDI)Todos os produtos que são ou serão fornecidos aos Estados Unidos, estão sujeitoàs regulamentações impostas pela agência, o que inclui definições sobre identificação (GTIN) e captura de dados (códigos de barras)Para mais informações clique em US FDA Unique Device Identification (UDI). 

     


    O que é o GUDID? 

    O Global Unique Device Identification Database (GUDID) é um banco de dados administrado pelo FDA que serve como um catálogo de referência, onde deverá ser cadastrado cada dispositivo (UDI) fornecido ao mercado americano. 

     


    Por que isso é importante para minha empresa? 

    Como parte do regulamento UDI dos EUA, a GS1 é uma das agências emissoras credenciadas 

    Isso exige a manutenção de uma lista de empresas associadas à GS1 que fornecem dispositivos médicos ao mercado americano. A GS1 enviará relatórios ao FDA regularmente. Por isso é fundamental manter sempre atualizada a lista de seus produtos junto à GS1. 

     


    E se eu não souber se meus produtos se enquadram neste regulamento? 

    Através do site do FDA é possível identificar se o seu produto é classificado como um dispositivo médico ou não. Em caso afirmativo e se é ou será comercializado nos EUA, ele se enquadra no regulamento. 

     


    Se eu disser que sim, quais informações sobre a minha empresa serão compartilhadas com o FDA? 

    Compartilharemos o nome de sua empresa (Razão Social), endereço comercial e o prefixo GS1 atribuído a empresa. Nenhuma outra informação será fornecida.  

     


    Se eu disser que não, posso ter alguma implicação?  

    Se o seu produto não circular nos EUA como um dispositivo médico, não há implicações. Mas se algum de seus produtos for comercializado nos EUA e se encaixar como dispositivo médico, você precisa atualizar as informações junto à GS1. 

     


    Depois de dar minha resposta, preciso fazer algo a mais? 

    Sim, você precisa garantir que essas informações sejam atualizadas regularmente para que possamos enviar os relatórios para o FDA. Dessa formaentre em contato com a nossa equipe de Suporte ao Cliente através do site GS1 Brasil. ​